
C E R A . Q U E N T E
V E R S Ã O . 2 . F A T . A N D . 2 . F U R I O U S
Novembro 28, 2006
Voltando então ao bom e velho:
Drops:
- Não é boato. Eu não tenho tempo nem de respirar ultimamente. E quando tenho, acabo com muita preguiça.
- Eu voltei a falar palavrão. E para ser mais específica, na semana passada eu falei até quando não deveria. Só para compensar.
- Falando em retorno, as aulas de alemão estão a todo vapor. Resolvi que quero aprender chinês também.
- Tô começando a considerar o exercício da escrita para publicação, ou seja, quero escrever um livro. Daí fica faltando só o filho e a árvore que ainda não plantei.
- Ando pensando em mudar o blog para o Blogger gringo. O brasileiro tá difícil de aturar. Semana passada, meu blog e os de outras pessoas não podiam ser acessados.
- Nunca fui tão louca no tocante à vida afetiva. Há cinco dias atrás eu estava pré-apaixonada, hoje nem atração. E tem sido assim por todo esse segundo semestre.
- Eu queria pontuar mais algumas coisas para me situar, mas o sono é invisível e infalível. Câmbio. Desligo.
dito por Leela | 2:13 AM |
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Novembro 17, 2006
A quase certeza da existência do mal
Olhar para um deles, não pode. Ou até pode, mas só olhar. Quando as olhadas estão ficando fora de controle, é a hora de pensar em todas as coisas nada atraentes que existem na face da Terra. Sou boa nisso. Ou ao menos era. Um semestre de tortura pode-se dizer. Frio na barriga e muitas conversas com meu outro Eu: "Ele está olhando, e agora? Manda ele parar! Alguém me ajude! Socorro!". E assim foram seis meses de insanidade temporária, ansiedade e culpa. Acaba um ciclo, começa o outro assim como é de praxe. Mesma turma, novo semestre. Lá está ele. Pronto, agora ferrou-se.
Mas é tudo alarme falso. Uma mudança de horário o afasta. É ruim, mas é bom. O tempo, que é o mestre da enganação, a cura dos males e muito mais, faz seu papel.
Noite calma, vida calma. Abre-se uma porta e lá está ele de novo. Pronto, agora ferrou-se lindamente.
Faz ele parar de me olhar assim. Não consigo nem encará-lo. Tenho medo de esquecer os olhos nele. E essa alegria indisfarçável na minha voz? Será que estão percebendo?
Respiro. Sei que sou boa nessa coisa de esquecer. Passa o dia e quase não lembro mais, até que eu durmo. Lá está ele outra vez. Pronto, agora ferrou-se mesmo. Essa coisa imaginária de colocar os dentes no meu piercing, as mãos nas minhas costas e os lábios no meu pescoço, vai acabar comigo. Se me olhar daquele jeito de novo, eu infarto. E aí sim. Pronto, fodeu-se de vez.
dito por Leela | 1:32 AM |
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Novembro 6, 2006
Wish
or maybe someday
or it wasn't this time
It only hurts when I breathe.
dito por Leela | 1:35 AM |
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